TAG: Livros Opostos



Olá pessoal!! Aqui é a Samia e hoje estou trazendo para vocês uma TAG que muita gente já fez na internet, mas que é muito divertida e acabei por querer fazer também: a TAG Livros Opostos. Esta TAG foi criada pelo Bruno Miranda do canal Minha Estante e consiste em 10 categorias para qual temos de escolher dois livros que são, de algum modo, opostos.  Espero que curtam as respostas desta tag! Beijos e até a próxima!!!


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Perguntas da TAG Livros Opostos:

1. primeiro livro da sua coleção / último comprado
2. um que você pagou barato / um que pagou caro
3. com protagonista homem / com protagonista mulher
4. leu bem rápido / demorou pra ler
5. com capa bonita / com capa feia
6. um livro brasileiro / um livro internacional
7. um livro mais fino / um mais grosso
8. um livro de ficção / um de não ficção
9. um livro meloso / um livro de ação
10. um livro que te deixou feliz / um que te deixou triste



Resenha: O golem e o gênio


Autora: Helene Wecker
Editora: DarkSide Books
Páginas: 512
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Sinopse: Os confrontos e as barreiras vividas por duas culturas tão próximas, ainda que aparentemente opostas. Em GOLEM E O GÊNIO, premiado romance fantástico que a DarkSide® Books traz ao Brasil em 2015, o leitor se transporta à Nova York da virada do século XX, em uma viagem fascinante através das culturas árabe e judaica. Seus guias serão poderosos seres mitológicos.

Chava é uma golem, criatura feita de barro, trazida à vida por um estranho rabino envolvido com os estudos alquímicos da Cabala. Ahmad é um gênio, ser feito de fogo, nascido no deserto sírio, preso em uma antiga garrafa de cobre por um beduíno, séculos atrás.Atraídos pelo destino à parte mais pobre de uma Manhattan construída por imigrantes, Ahmad e Chava se tornam improváveis amigos e companheiros de alma, desafiando suas naturezas opostas. Até a noite em que um terrível incidente os separa. Mas uma poderosa ameaça vai reuni-los novamente, colocando em risco suas existências e obrigando-os a fazer uma escolha definitiva.

O romance de estreia de Helene Wecker reúne mitologia popular, ficção histórica e fábula mágica, entrelaçando as culturas árabe e judaica com uma narrativa inventiva e inesquecível, escrita de maneira primorosa.

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Resenha: Menina Má



Autor: William March
Editora: DarkSide Books
Páginas: 272
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Sinopse:Publicado originalmente em 1954, MENINA MÁ se transformou quase imediatamente em um estrondoso sucesso. Polêmico, violento, assustador eram alguns adjetivos comuns para descrever o último e mais conhecido romance de William March. Os críticos britânicos consideraram o livro apavorantemente bom. Ernest Hemingway se declarou um fã. Em menos de um ano, MENINA MÁ ganharia uma montagem nos palcos da Broadway e, em 1956, uma adaptação ao cinema indicada a quatro prêmios Oscar, incluindo o de melhor atriz para a menina Patty McComarck, que interpretou Rhoda Penmark.

Rhoda, a pequena malvada do título, é uma linda garotinha de 8 anos de idade. Mas quem vê a carinha de anjo, não suspeita do que ela é capaz. Seria ela a responsável pela morte de um coleguinha da escola? A indiferença da menina faz com que sua mãe, Christine, comece a investigar sobre crimes e psicopatas. Aos poucos, Christine consegue desvendar segredos terríveis sobre sua filha, e sobre o seu próprio passado também.

MENINA MÁ é um romance que influenciou não só a literatura como o cinema e a cultura pop. A crueldade escondida na inocência da pequena Rhoda Penmark serviria de inspiração para personagens clássicos do terror, como Damien, Chucky, Annabelle, Samara, de O Chamado, e o serial killer Dexter.


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Resenha: Sexo invisível: o verdadeiro papel da mulher na pré-história

Autores: James M. Adovasio,
Olga Soffer, Jake Page
Editora: Record
Páginas: 312


Sinopse: Neste livro, os autores introduzem um novo olhar sobre a Pré-História, apresentando algumas das principais contribuições da mulher neste período. Os autores defendem, por exemplo, que as mulheres foram responsáveis pela invenção dos meios essenciais para a sobrevivência, incluindo as roupas para climas mais frios, a agricultura, as cordas usadas para fabricar as jangadas, que permitiam longas viagens pela água, e as redes usadas em caças coletivas. Segundo os autores, as mulheres também teriam um papel fundamental no desenvolvimento da linguagem e das habilidades sociais, que resumem a evolução humana. O livro revoluciona os conceitos antigos e revela um novo papel das mulheres na pré-história, desafiando as ideias feitas sobre o gênero.



Resenha:

Autores

James M. Adovasio arqueólogo americano, especialista em artefatos perecíveis como cestos e têxteis. Diretor do Instituto Arqueológico Mercyhurst na Universidade de Mercyhurst em Erie, Pensilvânia. Ficou conhecido pelos trabalhos que colaboraram no debate sobre o "Primeiro Clóvis". Publicou cerca de 400 livros, monografias, artigos e documentos em seu campo de estudo.

Olga Soffer antropóloga americana, professora de antropologia na Universidade de Illinois, Urbana, Illinois. Especialista em arqueologia do Velho Mundo (com ênfase na pré-história da Europa Central e Oriental), atua nos campos de estudos sobre o estilo de vida dos caçadores-coletores, teoria antropológica e arqueológica, paleoantropologia, ecologia do Pleistoceno e arqueozoologia.

Jake Page jornalista e escritor, publicou dezenas de livros, principalmente sobre ciência, história natural e cultura indígena americana, foi o editor fundador da Smithsonian Books e colaborador de longa data da revista Smithsonian.

De que trata o livro

O objetivo dos autores é elaborar uma reconstrução acerca da imagem largamente difundida sobre os papeis do homem e da mulher na pré-história. Os autores elaboram uma tese de que as primeiras evidências da pré-história, encontradas pelos arqueólogos, foram interpretadas de forma equivocada. Essas interpretações estariam baseadas no subconsciente desses pesquisadores homens, imersos em uma sociedade patriarcal e machista. Os autores esclarecem que o cientista é um produto de sua própria época, que ele interpreta o que vê de acordo com o que traz em sua formação como pessoa, e isso pode ter influenciado na projeção de uma sociedade ancestral patriarcal aonde o homem tinha um papel protagonista, de caçador superpoderoso, e à mulher seria relegado um papel secundário.

Através de novas evidências e da reinterpretação de evidências já conhecidas, os autores propõem que a mulher teve papel fundamental na evolução da espécie humana, tanto culturalmente como biologicamente. A tese dos autores é que a mulher não foi somente uma coadjuvante, ou teve um papel secundário na provisão de recursos para a tribo, mas que ajudou ativamente e foi, inclusive, descobridora de técnicas, ou inventora de artefatos, sem os quais a espécie humana nunca teria chegado aonde chegou. Algumas evidências apontam que a invenção da agulha, da costura, da tapeçaria e da cestaria teriam sido cruciais para a sobrevivência em épocas e locais de extremo frio. Além disso, estudos com fósseis de humanos, da época da transição de caça/coleta para cultivo, apontam que as mulheres se tornaram sedentárias antes dos homens, ou seja, elas teriam sido as inventoras da agricultura, ou pelos menos, seriam elas que cuidariam das primeiras plantações e colheitas, enquanto os homens continuariam caçando e andando longas distâncias. Esse hábito, de caminhar longas distâncias, deixa marcas nas cristas dos fêmures que podem ser acessadas, hoje, pelos arqueólogos.

Outro ponto, que os autores tentam desmitificar, é em relação às armas e instrumentos de caça, para eles tanto as mulheres produziam instrumentos de caça quanto caçavam, e que os homens também se dedicavam a trabalhos manuais, como costurar peles e redes. 

Outro fator importante ao longo da nossa evolução, e que também estaria relacionada às mulheres, seria a invenção da fala, não existem teorias que comprovem como ela surgiu, nem quando, nem onde, mas se acredita que as pessoas pensavam simbolicamente e utilizavam a transmissão de sons para facilitar a transmissão de informações. Essa transmissão de sons seria crucial para a sobrevivência da prole, e é muito plausível que o aumento na complexidade da comunicação e o surgimento da linguagem tenha se dado nesse contexto. 

Trecho favorito, com justificativa

“Em seguida ela estudou os vestígios de gente que viveu em um grande pueblo no Novo México, [...] havia uma agricultura intensiva no local, com vários campos dedicados ao cultivo de milho, abóbora e feijão. A falta de sinais de mobilidade nos fêmures tanto de homens quanto mulheres deste lugar era a mesma. Eram um exemplo de vida sedentária. [...] O departamento de estradas chamou os arqueólogos, que descobriram vestígios de um povo que estava, cerca de 3.500 anos atrás começando a transição da coleta para o cultivo [...] Apenas os fêmures de homens tinhas cristas pronunciadas. Os homens continuaram a passar muito de seu tempo perambulando pelas cercanias, caçando (ou vadiando?). Os fêmures das mulheres não tinham as cristas e eram menos robustos, resultado claro de uma vida sedentária. Estas mulheres de Cochise haviam abandonado a vida de longas caminhadas, própria de coletores, e permaneciam próximas aos assentamentos a maior parte do tempo, talvez cuidando das plantas ou, como alguém pode dizer, inventando a agricultura.”  (JM Adovasio, O Soffer e J Page, 2009, pág 254).

Esse foi um dos meus trechos favoritos. Escolhi esse por mostrar uma evidência muito consistente a respeito do papel das mulheres em um dos maiores passos da nossa evolução cultural e biológica. Além disso, nesse trecho fica muito evidente como o arqueólogo trabalha: no início se explica como é a pesquisa da arqueóloga com um povo atual, que pratica a agricultura, tem uma vida sedentária e como se busca a delimitação de um padrão quanto à forma, robustez e marcas nos fêmures das pessoas que vivem atualmente e possuem esse modo de vida. Logo em seguida mostra a investigação utilizando os vestígios de um povo que viveu há 3.500 anos, como eram os fêmures dos homens e das mulheres e relaciona as marcas deixadas nos ossos com o hábito de vida de cada gênero. Achei interessante esse trecho, pois essa pesquisa encontra indícios nos povos atuais, seus hábitos relacionados aos registros que ficam em seus ossos e depois essa informação é usada para interpretar as evidências dos humanos ancestrais. Além de ser uma pesquisa elegante e robusta, ela nos traz uma evidência consistente do papel da mulher nesse momento da evolução humana, relacionado ao hábito sedentário e à invenção da agricultura.

“Os arqueólogos têm duas vantagens nesta região. Uma é a riqueza do material arqueológico, a outra é a existência de alguns descendentes dos povos pré-históricos locais. Hoje, os hopis e os zunis, bem como as 19 populações de Rio Grande Pueblo, conservam muitos costumes e sensibilidades supostamente ancestrais que podem munir o arqueólogo cauteloso com insights úteis daqueles tempos antigos. Por esta gente ser, pelo menos em parte, descendente dos ilustres povos Anasazi e Mogollon, muitos são tradicionais ao extremo. Entre os hopis, de hoje, por exemplo, as mulheres têm a propriedade dos campos, que são passados de geração em geração pelo clã maternal da mulher. As mulheres são donas também da colheita, assim que esta é entregue para ela por seu marido e filhos, que trabalham na plantação. O marido se muda para a casa da mulher, que é dela, mesmo se foi ele que construiu para ela, e se o casamento está, na opinião dela, encerrado, ela simplesmente bota os pertences do esposo para fora e ele volta para a casa ou aldeia da mãe. Não há razão lógica para imaginar que isto é algo recente. Isto se chama matrilinearidade e matrilocalidade – não matriarcado – e é uma tradição poderosa que surgiu em muitos lugares para controlar a tendência masculina de assumir o controle se lhes é dada a chance.” (JM Adovasio, O Soffer e J Page, 2009, pág 279).

Esse foi outro dos meus trechos favoritos e eu o escolhi por trazer hábitos muito plausíveis, de um povo atual que, muito possivelmente, preserva hábitos dos nossos ancestrais e pode retratar como a sociedade primitiva era organizada. O trecho sintetiza a ideia do livro, ao mesmo tempo que mostra como podemos, de forma cautelosa, utilizar hábitos e tradições de povos atuais para tentar inferir como se comportavam nossos ancestrais.

Impressões de leitura

Achei o livro excelente, tanto do ponto de vista da evolução humana quanto da releitura do papel da mulher nesse processo. Os autores fazem uma excelente revisão sobre evolução, desde as bases genéticas, passando pela seleção natural até estudos de comportamento, tanto de nossos parentes primatas atuais, quanto de comunidades que guardam tradições que devem ser muito antigas, para tentar entender o verdadeiro papel da mulher na pré-história. Os autores se preocupam em desfazer um pouco a imagem no inconsciente coletivo onde os homens pré-históricos foram os protagonistas, que caçavam e abasteciam as famílias, enquanto as mulheres ficavam com o papel de coleta de subsistência e cuidado da prole. O livro apresenta várias evidências consistentes para desmitificar muito do que foi elaborado a respeito do papel de cada gênero ao longo da pré-história. Ao passo que vamos avançando na leitura, a impressão é de que estamos lendo a respeito de uma história muito conhecida, mas da qual sabíamos muito pouco, com alguns elementos equivocados e cheia de lacunas. Ao recontar a história, preenchendo as lacunas, trazendo novos elementos e novas interpretações, os autores tornam essa história muito mais rica, verossímil e plausível.

Por que recomendar (ou não recomendar) este livro?

Recomendo fortemente a leitura desse livro, além da linguagem acessível, os autores fazem uma bela revisão a respeito da evolução humana, tratam de temas cruciais para se entender o contexto da nossa evolução, como as bases genéticas, a seleção natural e estudos de comportamento. Eles também apresentam várias evidências e novas interpretações sobre o papel da mulher na pré-história. É um livro altamente esclarecedor em diversos aspectos e nos ajuda a ampliar a visão de mundo, no que diz respeito a questões de gênero, mas também sobre nossa evolução como espécie.



Resenha: É isto um homem?


Autor: Primo Levi
Editora: Rocco
Páginas: 256


Sinopse:Neste clássico da literatura contemporânea, Primo Levi dá um testemunho pungente de uma tragédia que afetou milhões de pessoas. Considerado o mais belo livro já escrito sobre a existência massacrada dos judeus deportados, É isto um homem? Não é, no entanto, um relato carregado de ódio e vingança. Desprovidos de saúde, os judeus nos campos de extermínio dificilmente poderiam ser identificados com os homens que eram antes da tragédia. Muito menos seus algozes sem rosto, senhores de escravos, mas sem vontade própria, num campo de morte onde ela, afinal, era o menor dos males.








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TAG: Feitiços de Harry Potter


Olá amigos potterheads de plantão! A Tag de hoje é feita sob medida para os fãs de Harry Potter: é a TAG Feitiços de Harry Potter, onde temos que relacionar um livro a cada um dos feitiços mais famosos proferidos na saga do bruxinho.Bem, esta tag até já foi respondida uma vez aqui no blog pela Gabe Winter (o post pode ser visto aqui), mas como toda fanzoca de Harry Potter resolvi adicionar meus dois centavos e responder também. Ficam aqui as respostas da Samia para acrescentar a lista hehehehehe! Esta tag foi criada pelo canal Turtle Sympathy, mas eu a vi pela primeira vez no canal Total Geek. E, para responder também a esta tag muito divertida, estou tagueando os canais Claquete Rosa, da Nathalia Mendonça e Loucuras Literárias, do Luan Santiago
Espero que gostem!
Beijos e até a próxima!


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Perguntas da TAG:
1. Expecto Patronum: Um livro relacionado a boas memórias.
2. Expelliarmus: Um livro que te pegou de surpresa
3. Priori Incantatem: O último livro que você leu
4. Alohamora: Um livro que te apresentou a um gênero que você não tinha considerado antes
5. Riddikulus: Um livro engraçado que você leu
6. Sonorus: Um livro que você acha que todos deveriam conhecer
7. Obliviate: Um livro ou spoiler que você gostaria de esquecer ter lido
8. Imperio: Um livro que você teve que ler para escola
9. Crucio: Um livro que foi doloroso para ler
10. Avada Kedavra: Um livro que pode matar (interpretação livre)

Resenha: Bambi


Autor: Felix Salten
Editora: Cosac Naify
Páginas: 224
Sinopse: Um dos personagens mais amados por crianças e adultos do mundo todo, Bambi chega às prateleiras das livrarias pela primeira vez em português. Escrito pelo austríaco Felix Salten e publicado originalmente em 1923, o romance "Bambi" - Uma história de vida na floresta popularizou-se pela versão cinematográfica feita pelos estúdios Disney, em 1942. A narrativa doce - mas em certos momentos também sombria e dolorosa -, nos apresenta Bambi, o cervo que pouco a pouco vai desvendando os mistérios da floresta e, na batalha pela sobrevivência, entende que o homem, a quem chama apenas de Ele, é o seu principal inimigo. Escrito sob a ótica dos animais, o livro tem como marca registrada os profundos diálogos entre os moradores da floresta, nos quais cabem assuntos dos mais variados, além de questionamentos acerca da vida. As delicadas ilustrações ficaram a cargo do premiado artista Nino Cais, que trabalhou com colagens de silhuetas dos bichos sobre recortes de livros de botânica, entre outros. Uma parábola atemporal sobre a vida e a morte que finalmente poderá ser redescoberta pelo leitor brasileiro.


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Resenha: Matadouro 5



Autor: Kurt Vonnegut
Editora: L&PM
Páginas: 224
Sinopse: Matadouro 5, obra-prima do norte-americano Kurt Vonnegut, conta a tentativa de um ex-soldado americano que lutou na Segunda Guerra Mundial e que assistiu ao bombardeio da cidade de Dresden de escrever sobre a experiência da guerra. O personagem por ele criado, Billy Pilgrim, é um americano bem de vida e interiorano que viaja no tempo, para outros planetas, e revisita diversos momentos da sua própria vida – sendo o ponto crucial da sua existência o episódio em que foi feito prisioneiro durante a Segunda Guerra, quando vivenciou o bombardeio da cidade alemã, em que morreram 135 mil pessoas – o dobro de mortes causadas pela bomba de Hiroshima. *

O resultado desta inusitada história é uma narrativa inigualável, fantasiosa, sarcástica, engraçada, satírica, irônica, triste e cheia de sentido. Publicado primeiramente em 1969, em plena Guerra do Vietnã, Matadouro 5 foi classificado pelo conselho editorial da Modern Library como um dos 20 melhores romances em língua inglesa do século XX. Embora seja conhecido como um dos principais romances norte-americanos antiguerra, nele Vonnegut oferece muito mais do que um libelo pacifista. Trata-se de crítica social da mais criativa, inclassificável e atual, da expressão de uma visão de mundo ingênua e desencantada ao mesmo tempo.



* Essa informação, embora conste na obra literária de Vonnegut e tenha por muitos anos sido considerada verdadeira, é hoje em dia considerada exagerada. Estima-se atualmente que 25 mil pessoas tenham morrido no bombardeio de Dresden. Para mais informações sobre o bombardeio de Dresden, recomendo esta matéria especial da Deutsche Welle.



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Resenha: A vida privada das árvores


Autor: Alejandro Zambra
Editora: Cosac Naify
Páginas: 93
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Sinopse: Segundo livro do escritor chileno Alejandro Zambra, A vida privada das árvores é a história de uma espera. Julián, um professor de literatura e aspirante a escritor, aguarda a chegada de Verónica, sua mulher. Mas ela não chega e a espera se alonga. Junto com a enteada, a pequena Daniela, Julián distrai as horas contando histórias de árvores para a menina. Enquanto a mulher não chega, Julián recompõe na memória seu passado e, na imaginação, inventa um futuro possível no qual sua companheira já não existe.

Um livro delicioso, de fácil leitura e com uma história que prende o leitor página após página. 

"Seria preferível fechar o livro, fechar os livros, e enfrentar, sem mais, não a vida, que é muito grande, mas a frágil armadura do presente" (A vida privada das árvores, p. 31)


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TAG: Opiniões Impopulares


Olá pessoal! Hoje trouxe para vocês uma Tag muito divertida...e muito polêmica também: a Tag Opiniões Impopulares, criada pelo canal The Book Archer . Pessoalmente, tive contato com essa tag no canal All About that Book e achei a ideia fantástica. Afinal, essa tag, como o próprio nome diz, consiste em falar de livros que muita gente gostou...e a gente não (e vice-versa também). Ou seja, ela estimula uma discussão que dá muito pano para manga entre aficionados por literatura como nós. Sempre achei que ter contato com opiniões diferentes é muito enriquecedor, pois nos dá acesso a outros pontos de vista sobre assuntos de nosso interesse. De toda forma, muita calma aí pessoal: este vídeo não é um ataque a ninguém, só uma discussão sobre as razões e desrazões do meu gosto pessoal. Espero que gostem e se divirtam assistindo tanto quanto me diverti fazendo a tag!
 Beijos e até a próxima!

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